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> <channel><title>vlima.com &#187; Consumidor</title> <atom:link href="http://www.vlima.com/blog/category/direito/consumidor-direito/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.vlima.com/blog</link> <description>blog do Vitor</description> <lastBuildDate>Wed, 15 May 2013 03:09:58 +0000</lastBuildDate> <language>en-US</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator> <item><title>Menor pode assistir filme não recomendado para sua idade?</title><link>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/meu-filho-pode-assistir-um-filme-nao-indicado-para-a-idade-dele/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/meu-filho-pode-assistir-um-filme-nao-indicado-para-a-idade-dele/#comments</comments> <pubDate>Wed, 23 Jan 2013 22:34:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Classificação indicativa]]></category> <category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=23364</guid> <description><![CDATA[É possível, sim, um menor assistir filme indicado para idade superior a sua, desde que acompanhado por um responsável ou por terceiro autorizado por escrito. O Ministério da Justiça é o responsável pela classificação indicativa no Brasil. A portaria 1.100 de 14/07/2006 regulamenta a classificação indicativa, inclusive quanto a autorização...<div
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href='http://www.vlima.com/blog/tecnologia/internet/internet-so-para-privilegiados/' rel='bookmark' title='Internet só para privilegiados'>Internet só para privilegiados</a></li></ol> <img
src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify"><a
href="http://www.everystockphoto.com/photo.php?imageId=3977594&amp;searchId=4870f9d3a6299578edcc3e6c954baeba&amp;npos=49"><img
class="aligncenter size-full wp-image-23365" alt="poltronas platéia" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2013/01/plateia_mini.jpg?resize=600%2C400" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify">É possível, sim, um menor assistir filme indicado para idade superior a sua, desde que acompanhado por um responsável ou por terceiro autorizado por escrito.</p><p
style="text-align: justify">O Ministério da Justiça é o responsável pela <a
title="Classificação Indicativa" href="http://portal.mj.gov.br/classificacao/data/Pages/MJ6BC270E8PTBRNN.htm">classificação indicativa</a> no Brasil. A <a
href="http://portal.mj.gov.br/classificacao/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID=%7B3317D335%2D2405%2D4EE9%2DA268%2DC389E022AC4B%7D&amp;ServiceInstUID=%7B62376AD7%2D9DBA%2D4D05%2DB44E%2D66E425726F86%7D">portaria 1.100 de 14/07/2006</a> regulamenta a classificação indicativa, inclusive quanto a autorização dos responsáveis:</p><blockquote><p
style="text-align: justify">Art. 19. Cabe aos pais ou responsáveis autorizar o acesso de suas crianças e/ou adolescentes a diversão ou espetáculo cuja classificação indicativa seja superior a faixa etária destes, porém inferior a 18 (dezoito) anos, desde que acompanhadas por eles ou terceiros expressamente autorizados.</p><p
style="text-align: justify">§ 1º A autorização de que trata o caput deste artigo, expedida pelos pais ou responsáveis legais, deverá ser retida no estabelecimento de exibição, locação ou venda de diversão pública regulada por esta Portaria.</p><p
style="text-align: justify">§ 2º Na autorização, que poderá ser manuscrita, de forma legível, constarão os seguintes elementos essenciais:</p><p
style="text-align: justify">I &#8211; identificação completa:</p><p
style="text-align: justify">a) dos pais ou responsáveis;</p><p
style="text-align: justify">b) da criança ou adolescente autorizado; e</p><p
style="text-align: justify">c) do terceiro maior e capaz autorizado a acompanhar e permanecer junto à criança ou adolescente;</p><p
style="text-align: justify">II &#8211; menção expressa:</p><p
style="text-align: justify">a) ao nome da diversão pública para a qual se destina a autorização; e</p><p
style="text-align: justify">b) do local e data onde será acessada ou exibida;</p><p
style="text-align: justify">III &#8211; a descrição do “tema” e das inadequações de conteúdo da diversão pública, identificados na Classificação Indicativa;</p><p
style="text-align: justify">IV – data e assinatura dos pais ou responsáveis.</p></blockquote><p
style="text-align: justify">Como as principais operadoras de cinemas tratam a questão? Vejamos:</p><ul><li
style="text-align: justify"><a
href="http://www.cinemark.com.br/cinemark/faq#faq5">Cinemark</a>: cita a portaria do Ministério, explicando sem apresentar um modelo de autorização;</li><li
style="text-align: justify"><a
href="http://www.cinepolis.com.br/institucional/classificacao.php">Cinépolis</a>: é o que possui a explicação mais clara e atualizada. O único que oferece o modelo de autorização em arquivo do Word, facilitando a edição.</li><li
style="text-align: justify"><a
href="http://www.kinoplex.com.br/">Knoplex</a>: explicação simples e objetiva. Oferece modelo de autorização;</li><li
style="text-align: justify"><a
style="line-height: 13px" href="http://venda.moviecom.com.br/LayOut/_WTermo.asp">Moviecom</a>: o site mais difícil de localizar as informações sobre a classificação indicativa. Os dados estão desatualizados,  referendo-se a portaria do Ministério da Justiça anterior a 1.100.</li><li
style="text-align: justify"><a
href="http://www.ucicinemas.com.br/faixa_etaria.html">UCI</a>: disponibiliza a portaria na integra, o que dificulta o entendimento sobre a possibilidade autorizar o menor a assistir um filme classificado para idade superior a sua.</li></ul><h2>Referência</h2><ol><li><span
style="line-height: 13px">Foto: <a
href="http://www.everystockphoto.com/photo.php?imageId=3977594&amp;searchId=4870f9d3a6299578edcc3e6c954baeba&amp;npos=49">Ladies and gentlemen, please take your seats</a> (atomicjeep/everystockphoto) - CC BY 2.0</span></li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/meu-filho-pode-assistir-um-filme-nao-indicado-para-a-idade-dele/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Somos vítimas da obsolescência programada?</title><link>http://www.vlima.com/blog/empreenda/estrategia/somos-vitimas-da-obsolescencia-programada/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/empreenda/estrategia/somos-vitimas-da-obsolescencia-programada/#comments</comments> <pubDate>Wed, 16 Jan 2013 22:54:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Ambiental]]></category> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Economia]]></category> <category><![CDATA[Estratégia]]></category> <category><![CDATA[Cradle to Cradle]]></category> <category><![CDATA[Gana]]></category> <category><![CDATA[garantia]]></category> <category><![CDATA[lixo eletrônico]]></category> <category><![CDATA[logística reversa]]></category> <category><![CDATA[obsolescência programada]]></category> <category><![CDATA[STJ]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=23345</guid> <description><![CDATA[Já reparou como os produtos que compramos duram cada vez menos? A maior parte das pessoas que conheço consideram normal trocar de aparelho celular anualmente. Será normal mesmo? Por traz dessa durabilidade reduzida está o conceito de obsolescência programada, quando o produto é criado para ter uma vida útil reduzida. Há...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://pt.photl.com/364412.html"><img
class="aligncenter size-full wp-image-23346" alt=" Lampada" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2013/01/lamdapas_mini.jpg?resize=600%2C400" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">Já reparou como os produtos que compramos duram cada vez menos? A maior parte das pessoas que conheço consideram normal trocar de aparelho celular anualmente. Será normal mesmo?</p><p
style="text-align: justify;">Por traz dessa durabilidade reduzida está o conceito de <a
title="Obsolescência programada" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolesc%C3%AAncia_programada">obsolescência programada</a>, quando o produto é criado para ter uma vida útil reduzida. Há dois tipos de obsolescência:</p><ul
style="text-align: justify;"><li>Falha do produto: após determinado tempo de uso, o equipamento deixa de funcionar;</li><li>Lançamento de novas versões: novidades levam o consumidor a substituir o produto por um mais moderno.</li></ul><p
style="text-align: justify;">A liberdade de escolha está em jogo. Enquanto no primeiro modelo o consumidor é obrigado a substituir o produto, no segundo o consumidor é incentivado. O melhor modelo é o que traz inovações ao mercado, a substituição por algo melhor, no momento em que o consumidor optar.</p><h2>A conspiração da Lâmpada</h2><p
style="text-align: justify;">O documentário <em>A conspiração da lâmpada elétrica e a obsolescência programada, </em>explica a mudança de foco da indústria da produção de bens duráveis para o da substituição periódica dos produtos. Está disponível no <a
href="http://youtu.be/4e7DfC0ytlY">YouTube com legendas em português</a> e no <a
href="http://vimeo.com/41567964">Vimeo, sem legendas</a>:</p><p
style="text-align: justify;"><iframe
src="http://www.youtube.com/embed/4e7DfC0ytlY" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p><p
style="text-align: justify;">Mais informações sobre o documentário no <a
href="http://www.imdb.com/title/tt1825163/">IMDb</a>. Sobre o problema do lixo eletrônico em Gana, v<a
title="Ghana e-waste country assessment report published" href="http://wscep.org/public/ViewPublication.aspx?PostID=581">ale a pena ler este relatório</a> (em inglês).</p><h2>Modelos sustentáveis de consumo</h2><p
style="text-align: justify;">A obsolescência é um mal a ser combatido, pois gera um consumismo desenfreado e danos ao meio ambiente que não se restringem ao crescimento do volume de lixo produzido.</p><p
style="text-align: justify;">Agora, voltar ao passado,  como o crítico a obsolescência diz expressamente no vídeo acima também não é aceitável, assim como não o é a <a
title="Decrescimento (economia)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Decrescimento_%28economia%29">teoria do decrescimento</a>. Temos que lutar para acabar com a miséria, não com o empreendedorismo ou com o lucro.</p><p
style="text-align: justify;">A solução é buscar produtos a cada dia mais sustentáveis, tanto utilizando insumos que não prejudiquem o ambiente quanto obrigando as indústrias a coletar e reciclar os produtos obsoletos. Nesse sentido, familiarize-se com o <a
href="https://en.wikipedia.org/wiki/Cradle-to-cradle_design">cradle to cradle design</a>.</p><h2>Posicionamento da justiça brasileira</h2><p
style="text-align: justify;">A obsolescência programada é limitada pela legislação brasileira, consolidada por diversas decisões judiciais. A responsabilidade do fornecedor pelo produto não se restringe ao período de garantia, seja ele por força da lei ou por iniciativa do fabricante.</p><p
style="text-align: justify;">Existe a figura do vício oculto, defeito que surge durante a vida útil do produto. O problema está na determinação da vida útil, período que alguns fornecedores reduzem de forma proposital.</p><p
style="text-align: justify;">O STJ no fim de 2012 julgou um processo sobre defeito após o período de garantia, responsabilizando o fornecedor por defeito que surgiu durante a vida útil do produto:</p><blockquote><p
align="JUSTIFY">DIREITO DO CONSUMIDOR E PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. AÇÃO E RECONVENÇÃO. JULGAMENTO REALIZADO POR UMA ÚNICA SENTENÇA. RECURSO DE APELAÇÃO NÃO CONHECIDO EM PARTE. EXIGÊNCIA DE DUPLO PREPARO. LEGISLAÇÃO LOCAL. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 280⁄STF. AÇÃO DE COBRANÇA AJUIZADA PELO FORNECEDOR. VÍCIO DO PRODUTO. MANIFESTAÇÃO FORA DO PRAZO DE GARANTIA. VÍCIO OCULTO RELATIVO À FABRICAÇÃO. CONSTATAÇÃO PELAS INSTÂNCIAS ORDINÁRIAS. RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR. DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA. EXEGESE DO ART. 26, § 3º, DO CDC.</p><p
align="JUSTIFY"><span
style="font-size: small;">(&#8230;)</span></p><p><img
class="size-full wp-image-23347 alignleft" alt="Lampada e folha" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2013/01/lampadaFolha_mini.jpg?resize=250%2C375" data-recalc-dims="1" /></p><p
align="JUSTIFY">4. O prazo de decadência para a reclamação de defeitos surgidos no produto não se confunde com o prazo de garantia pela qualidade do produto &#8211; a qual pode ser convencional ou, em algumas situações, legal. O Código de Defesa do Consumidor não traz, exatamente, no art. 26, um prazo de garantia legal para o fornecedor responder pelos vícios do produto. Há apenas um prazo para que, tornando-se aparente o defeito, possa o consumidor reclamar a reparação, de modo que, se este realizar tal providência dentro do prazo legal de decadência, ainda é preciso saber se o fornecedor é ou não responsável pela reparação do vício.</p><p
align="JUSTIFY">5. Por óbvio, o fornecedor não está, <i>ad aeternum</i>, responsável pelos produtos colocados em circulação,</p><p
align="JUSTIFY">mas sua responsabilidade não se limita pura e simplesmente ao prazo contratual de garantia, o qual é estipulado unilateralmente por ele próprio. Deve ser considerada para a aferição da responsabilidade do fornecedor a natureza do vício que inquinou o produto, mesmo que tenha ele se manifestado somente ao término da garantia.</p><p
align="JUSTIFY">6. Os prazos de garantia, sejam eles legais ou contratuais, visam a acautelar o adquirente de produtos contra defeitos relacionados ao desgaste natural da coisa, como sendo um intervalo mínimo de tempo no qual não se espera que haja deterioração do objeto. Depois desse prazo, tolera-se que, <b>em virtude do uso ordinário </b><b>do produto</b>, algum desgaste possa mesmo surgir. Coisa diversa é o vício intrínseco do produto existente desde sempre, mas que somente veio a se manifestar depois de expirada a garantia. Nessa categoria de vício intrínseco certamente se inserem os defeitos de fabricação relativos a projeto, cálculo estrutural, resistência de materiais, entre outros, os quais, em não raras vezes, somente se tornam conhecidos depois de algum tempo de uso, mas que, todavia, <b>não decorrem diretamente </b><b>da fruição </b></p><p
align="JUSTIFY">7. Cuidando-se de vício aparente, é certo que o consumidor deve exigir a reparação no prazo de noventa dias, em se tratando de produtos duráveis, iniciando a contagem a partir da entrega efetiva do bem e não fluindo o citado prazo durante a garantia contratual. Porém, conforme assevera a doutrina consumerista, o Código de Defesa do Consumidor, no § 3º do art. 26, no que concerne à disciplina do vício oculto, adotou o <i>critério da vida útil</i> do bem, e não o critério da garantia, podendo o fornecedor se responsabilizar pelo vício em um espaço largo de tempo, mesmo depois de expirada a garantia contratual.<b>do bem</b>, e sim de uma característica oculta que esteve latente até então.</p><p
align="JUSTIFY"><span
style="font-size: small;">8. Com efeito, em se tratando de vício oculto não decorrente do </span><span
style="font-size: small;">desgaste natural gerado pela fruição ordinária do produto, mas da </span><span
style="font-size: small;">própria fabricação, e relativo a projeto, cálculo estrutural, resistência de </span><span
style="font-size: small;">materiais, entre outros, o prazo para reclamar pela reparação se inicia </span><span
style="font-size: small;">no momento em que ficar evidenciado o defeito, não obstante tenha </span><span
style="font-size: small;">isso ocorrido depois de expirado o prazo contratual de garantia, </span><span
style="font-size: small;">devendo ter-se sempre em vista o </span><i><span
style="font-size: small;">critério da </span></i><i><span
style="font-size: small;">vida útil</span></i><span
style="font-size: small;"> do bem.</span></p><p
align="JUSTIFY">9. Ademais, independentemente de prazo contratual de garantia, a venda de um bem tido por durável com vida útil inferior àquela que legitimamente se esperava, além de configurar um defeito de adequação (art. 18 do CDC), evidencia uma quebra da boa-fé objetiva, que deve nortear as relações contratuais, sejam de consumo, sejam de direito comum. Constitui, em outras palavras, descumprimento do dever de informação e a não realização do próprio objeto do contrato, que era a compra de um bem cujo ciclo vital se esperava, de forma legítima e razoável, fosse mais longo.</p><p
align="JUSTIFY">10. Recurso especial conhecido em parte e, na extensão, não provido (STJ REsp 984106/SP.  4ª Turma do STJ. Pub. dje 20/11/2012 Rel. Min. Luis Felipe Salomão).</p></blockquote><h2>Referência</h2><ol><ol><ol><li>Foto: (lâmpadas): <a
href="http://pt.photl.com/364412.html">photl.com</a></li><li>Foto: (lâmpada e folha): <a
href="http://pt.photl.com/358224.html">photl.com</a></li></ol></ol></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/empreenda/estrategia/somos-vitimas-da-obsolescencia-programada/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Eu etiqueta</title><link>http://www.vlima.com/blog/educacao/textos/eu-etiqueta/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/educacao/textos/eu-etiqueta/#comments</comments> <pubDate>Sun, 01 Apr 2012 09:43:25 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Marketing]]></category> <category><![CDATA[Textos]]></category> <category><![CDATA[Carlos Dru]]></category> <category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=23030</guid> <description><![CDATA[Outro dia me deparei com um poema do Drummond, que décadas atrás já tinha notado a tendência do marketing de tatuar as marcas em nós. Já não é suficiente a publicidade nos equipamentos urbanos e nos meios de comunicação, agora as adicionamos nas redes sociais como nossos amigas. As marcas...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/marcasTatuadas.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-23031" title="marcas Tatuadas" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/marcasTatuadas.jpg?resize=600%2C368" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">Outro dia me deparei com um poema do Drummond, que décadas atrás já tinha notado a tendência do marketing de tatuar as marcas em nós. Já não é suficiente a publicidade nos equipamentos urbanos e nos meios de comunicação, agora as adicionamos nas redes sociais como nossos amigas.</p><p
style="text-align: justify;">As marcas não nos abandonam e sempre tem alguma pronta para substituir as que nos decepcionam. Quais marcas já foram tatuadas em você?</p><p
style="text-align: justify;"><blockquote><p
style="text-align: center;">EU ETIQUETA [2]</p><p
style="text-align: center;"> <em>Carlos Drummond de Andrade</em></p><p
style="text-align: center;">Em minha calça está grudado um nome</p><p
style="text-align: center;">Que não é meu de batismo ou de cartório</p><p
style="text-align: center;">Um nome&#8230; estranho.</p><p
style="text-align: center;">Meu blusão traz lembrete de bebida</p><p
style="text-align: center;">Que jamais pus na boca, nessa vida,</p><p
style="text-align: center;">Em minha camiseta, a marca de cigarro</p><p
style="text-align: center;">Que não fumo, até hoje não fumei.</p><p
style="text-align: center;">Minhas meias falam de produtos</p><p
style="text-align: center;">Que nunca experimentei</p><p
style="text-align: center;">Mas são comunicados a meus pés.</p><p
style="text-align: center;">Meu tênis é proclama colorido</p><p
style="text-align: center;">De alguma coisa não provada</p><p
style="text-align: center;">Por este provador de longa idade.</p><p
style="text-align: center;">Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,</p><p
style="text-align: center;">Minha gravata e cinto e escova e pente,</p><p
style="text-align: center;">Meu copo, minha xícara,</p><p
style="text-align: center;">Minha toalha de banho e sabonete,</p><p
style="text-align: center;">Meu isso, meu aquilo.</p><p
style="text-align: center;">Desde a cabeça ao bico dos sapatos,</p><p
style="text-align: center;">São mensagens,</p><p
style="text-align: center;">Letras falantes,</p><p
style="text-align: center;">Gritos visuais,</p><p
style="text-align: center;">Ordens de uso, abuso, reincidências.</p><p
style="text-align: center;">Costume, hábito, permência,</p><p
style="text-align: center;">Indispensabilidade,</p><p
style="text-align: center;">E fazem de mim homem-anúncio itinerante,</p><p
style="text-align: center;">Escravo da matéria anunciada.</p><p
style="text-align: center;">Estou, estou na moda.</p><p
style="text-align: center;">É duro andar na moda, ainda que a moda</p><p
style="text-align: center;">Seja negar minha identidade,</p><p
style="text-align: center;">Trocá-la por mil, açambarcando</p><p
style="text-align: center;">Todas as marcas registradas,</p><p
style="text-align: center;">Todos os logotipos do mercado.</p><p
style="text-align: center;">Com que inocência demito-me de ser</p><p
style="text-align: center;">Eu que antes era e me sabia</p><p
style="text-align: center;">Tão diverso de outros, tão mim mesmo,</p><p
style="text-align: center;">Ser pensante sentinte e solitário</p><p
style="text-align: center;">Com outros seres diversos e conscientes</p><p
style="text-align: center;">De sua humana, invencível condição.</p><p
style="text-align: center;">Agora sou anúncio</p><p
style="text-align: center;">Ora vulgar ora bizarro.</p><p
style="text-align: center;">Em língua nacional ou em qualquer língua</p><p
style="text-align: center;">(Qualquer principalmente.)</p><p
style="text-align: center;">E nisto me comparo, tiro glória</p><p
style="text-align: center;">De minha anulação.</p><p
style="text-align: center;">Não sou &#8211; vê lá &#8211; anúncio contratado.</p><p
style="text-align: center;">Eu é que mimosamente pago</p><p
style="text-align: center;">Para anunciar, para vender</p><p
style="text-align: center;">Em bares festas praias pérgulas piscinas,</p><p
style="text-align: center;">E bem à vista exibo esta etiqueta</p><p
style="text-align: center;">Global no corpo que desiste</p><p
style="text-align: center;">De ser veste e sandália de uma essência</p><p
style="text-align: center;">Tão viva, independente,</p><p
style="text-align: center;">Que moda ou suborno algum a compromete.</p><p
style="text-align: center;">Onde terei jogado fora</p><p
style="text-align: center;">Meu gosto e capacidade de escolher,</p><p
style="text-align: center;">Minhas idiossincrasias tão pessoais,</p><p
style="text-align: center;">Tão minhas que no rosto se espelhavam</p><p
style="text-align: center;">E cada gesto, cada olhar</p><p
style="text-align: center;">Cada vinco da roupa</p><p
style="text-align: center;">Sou gravado de forma universal,</p><p
style="text-align: center;">Saio da estamparia, não de casa,</p><p
style="text-align: center;">Da vitrine me tiram, recolocam,</p><p
style="text-align: center;">Objeto pulsante mas objeto</p><p
style="text-align: center;">Que se oferece como signo dos outros</p><p
style="text-align: center;">Objetos estáticos, tarifados.</p><p
style="text-align: center;">Por me ostentar assim, tão orgulhoso</p><p
style="text-align: center;">De ser não eu, mas artigo industrial,</p><p
style="text-align: center;">Peço que meu nome retifiquem.</p><p
style="text-align: center;">Já não me convém o título de homem.</p><p
style="text-align: center;">Meu nome novo é Coisa.</p><p
style="text-align: center;">Eu sou a Coisa, coisamente.</p></blockquote><h2>Referência</h2><ol><li>Foto: <a
href="http://www.dietrichwegner.com/work/cum_brand/CumulousSabine&amp;Seb.html">Cumulous Brand, Sabine &amp; Sebastian</a> - Dietrich Wegner via <a
href="http://www.mediadump.com/hosted-id80-tattoo-branded-babies.html">Media Dump</a></li><li>Pensador.Info: <a
href="http://pensador.uol.com.br/frase/MjAyODM0/">Eu Etiqueta</a>.</li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/educacao/textos/eu-etiqueta/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Novas regras para o envio de Carta Social</title><link>http://www.vlima.com/blog/empreenda/logistica-administracao/novas-regras-para-o-envio-de-carta-social/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/empreenda/logistica-administracao/novas-regras-para-o-envio-de-carta-social/#comments</comments> <pubDate>Fri, 17 Feb 2012 08:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Logística]]></category> <category><![CDATA[Bolsa família]]></category> <category><![CDATA[CadÚnico]]></category> <category><![CDATA[Carta social]]></category> <category><![CDATA[Correios]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=22931</guid> <description><![CDATA[A partir de março de 2012 o envio da carta social, produto dos Correios que permite enviar correspondências ao custo de um centavo, terá novas restrições. A primeira mudança é que somente pessoas físicas inscritas no Bolsa Família ou no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais)  poderão efetuar a postagem. Somente...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><a
href="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/envelopes.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-22938" title="envelopes" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/envelopes.jpg?resize=600%2C400" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">A partir de março de 2012 o envio da carta social, produto dos Correios que permite enviar correspondências ao custo de um centavo, terá novas restrições.</p><p
style="text-align: justify;">A primeira mudança é que somente pessoas físicas inscritas no Bolsa Família ou no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais)  poderão efetuar a postagem. Somente 05 cartas poderão ser postadas por dia, as limitações que já existiam permaneceram:</p><blockquote><p>Art. 3º A Carta Social é caracterizada por possuir:</p><p>I &#8211; limite máximo de peso igual a 10 (dez) gramas;</p><p>II &#8211; endereçamento do remetente e do destinatário efetuado de forma manuscrita;</p><p>III &#8211; a indicação manuscrita &#8220;CARTA SOCIAL&#8221; grafada no anverso;</p><p>IV &#8211; como remetente, pessoa física participante do Programa Bolsa Família instituído pelo Governo</p><p>Federal ou seu dependente (&#8230;)</p><p>§ 4º Somente poderão ser postadas, pelo mesmo remetente, 05 (cinco) Cartas Sociais por dia.</p><p>§ 5º A Carta Social deve estar envelopada, sendo vedado:</p><p>I &#8211; envelope/envoltório com janela;</p><p>II &#8211; envelope/envoltório translúcido ou transparente;</p><p>III &#8211; correspondência tipo autoenvelopável; e</p><p>IV &#8211; envelope/envoltório com indicativo de pessoa jurídica ou de sociedade com timbre, ou</p><p>inscrições promocionais [2].</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Algumas empresas utilizam a carta social para enviar propaganda, inclusive com indícios de irregularidades trabalhistas, como o emprego informal de menores e pagamento por produção com valores irrisórios por unidade, etc. As novas regras pretendem reduzir esse problema. Infelizmente outros consumidores serão prejudicados pelas novas regras, como os grupos de troca de figurinhas.</p><p
style="text-align: justify;">Os Correios devem aproveitar as novas regras para eliminar a prática de algumas agências que recusam a postagem das cartas sociais usando desculpas como a falta de selos de R$ 0,01.</p><p
style="text-align: justify;">A limitação de 5 cartas postadas por dia será efetiva? Se os Correios não criarem um sistema para cadastrar cada carta social postada  - <em>o custo é viável?</em> &#8211; a medida na prática se transformará no limite de 5 cartas por atendimento.</p><h2 style="text-align: justify;">Referência</h2><ol><li>Foto: <a
href="http://pt.photl.com/135481.html">Photl.com</a></li><li>Ministério das Comunicações: <a
title="Portaria nº 553 de 12/12/2011" href="http://www.mc.gov.br/images/servicos-postais/legislacao/portarias/Portaria-553-de-2011.pdf">Portaria nº 553 de 12/12/2011</a></li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/empreenda/logistica-administracao/novas-regras-para-o-envio-de-carta-social/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Consumidores não leem rótulos de produtos</title><link>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/consumidores-nao-leem-rotulos-de-produtos/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/consumidores-nao-leem-rotulos-de-produtos/#comments</comments> <pubDate>Tue, 14 Feb 2012 08:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Alimentação]]></category> <category><![CDATA[Crocantíssimo]]></category> <category><![CDATA[Pullman]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=22899</guid> <description><![CDATA[Um estudo do hospital Dante Pazzanese concluiu que 67% dos pacientes cardíacos não leem os rótulos dos alimentos, porcentagem que provavelmente é maior entre os consumidores que não possuem qualquer problema de saúde. A TV Tem fez uma reportagem sobre a importância de ler as informações nutricionais, uma nutricionista explica quais os itens que devemos...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Um estudo do hospital Dante Pazzanese concluiu que 67% dos pacientes cardíacos não leem os rótulos dos alimentos, porcentagem que provavelmente é maior entre os consumidores que não possuem qualquer problema de saúde.</p><p
style="text-align: justify;"><a
title="Pesquisa revela que consumidor não lê rótulos de produtos" href="http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2012/02/pesquisa-revela-que-consumidor-nao-le-rotulos-de-produtos.html">A TV Tem fez uma reportagem sobre a importância de ler as informações nutricionais</a>, uma nutricionista explica quais os itens que devemos prestar mais atenção. Faço parte da minoria dos consumidores que leem os rótulos, sempre que estou em dúvida entre dois produtos escolho o que tem os melhores ingredientes e informação nutricional.</p><p
style="text-align: justify;">As empresas ao desenhar as embalagens sabem que poucos irão ler as informações nutricionais, optando por destacar os benefícios do produto.</p><p
style="text-align: justify;">Médicos e especialistas martelam que fritura não é saudável &#8211; deve ser evitada a todo custo &#8211; a alternativa são produtos assados. O problema é que o fato de um produto ser assado não significa que não tenha gordura, muitas vezes  esquecemos desse detalhe.</p><table
style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0"><tbody><tr><td><a
href="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/crocantíssimo.jpg"><img
class="wp-image-22901 aligncenter" title="crocantíssimo" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/crocantíssimo.jpg?resize=288%2C373" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></td><td><a
href="http://i0.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/Crocantíssimo_nutricional.jpg"><img
class="wp-image-22900 aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Crocantíssimo_nutricional" src="http://i0.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/Crocantíssimo_nutricional.jpg?resize=288%2C364" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></td></tr></tbody></table><p
style="text-align: justify;">Vejmos o Crocantíssimos, a informação &#8220;assado&#8221; tem grande destaque na embalagem. Ao observar os ingredientes, notamos que é uma composição de farinha e óleo, nem uma única gota de água é utilizada na receita. A utilização do óleo reflete nas informações nutricionais.</p><p
style="text-align: justify;">Não sou nutricionista para dizer se o Crocantíssimo deve ser evitado, <a
title="Mais uma dica de lanche: Crocantíssimo " href="http://renatarodriguesoliveira.blogspot.com/2011/08/mais-uma-dica-de-lanche-crocantissimo.html">uma nutricionista &#8211; com muito mais propriedade &#8211; indica o consumo</a>.</p><p
style="text-align: justify;">Minha preocupação é o direito do consumidor ser informado sobre todas as características do produto. Tenho dúvidas se destacar que o salgadinho é assado e não informar com o mesmo destaque a quantidade de gordura que chega a 10% do valor diário não induz o consumidor ao erro.</p><p
style="text-align: justify;">Se observar a embalagem com atenção, logo abaixo da palavra assado há a informação que possui apenas 2% de gordura saturada, sem destacar da mesma forma as gorduras totais.</p><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/consumidores-nao-leem-rotulos-de-produtos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Compensa Informar impostos na Nota Fiscal?</title><link>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/compensa-informar-impostos-na-nota-fiscal/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/compensa-informar-impostos-na-nota-fiscal/#comments</comments> <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 08:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Tributário]]></category> <category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category> <category><![CDATA[Cide]]></category> <category><![CDATA[Cofins]]></category> <category><![CDATA[FACESP]]></category> <category><![CDATA[ICMS - Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços]]></category> <category><![CDATA[impostômetro]]></category> <category><![CDATA[Impostos]]></category> <category><![CDATA[Instituto Millenium]]></category> <category><![CDATA[IPI]]></category> <category><![CDATA[ISS]]></category> <category><![CDATA[Senado]]></category> <category><![CDATA[Simples]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=22868</guid> <description><![CDATA[O movimento hora de agir é uma das iniciativas para alertar sobre a alta carga de impostos e lutar pela redução da carga tributária. Uma das idéias é exigir que as notas fiscais informem o valor pago em impostos em cada produto. Com mais de 1 milhão de assinaturas, o...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><a
href="https://secure.flickr.com/photos/loopcd/3334783210/"><img
class="aligncenter size-full wp-image-22869" title="cupom fiscal" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2012/01/cupomFiscal.jpg?resize=600%2C316" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">O <a
title="Movimento hora de agir" href="http://www.horadeagir.com.br/">movimento hora de agir</a> é uma das iniciativas para alertar sobre a alta carga de impostos e lutar pela redução da carga tributária. Uma das idéias é exigir que as notas fiscais informem o valor pago em impostos em cada produto.</p><p
style="text-align: justify;">Com mais de 1 milhão de assinaturas, o projeto de lei de iniciativa popular foi aprovado no Senado em 2007 e desde então <a
title="PL 1472/2007 " href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=358066">tramita na Câmara dos Deputados com o número 1472/2007</a>. A ideia é boa, mas&#8230;</p><h2 style="text-align: justify;">Complexidade</h2><p
style="text-align: justify;">O principal problema é a dificuldade para calcular o valor exato de impostos que pagamentos em cada produto, muitas tarifas não incidem diretamente sobre o produto (como os impostos sobre o transporte), sem contar a complexidade do sistema tributário, como resume o Maílson da Nóbrega:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">No Brasil, o cálculo dos impostos ao consumidor seria tarefa inglória. Somos os campeões de tributação do consumo. Existem pelo menos seis distintas incidências: IPI, ICMS, PIS, Cofins, ISS e Cide. O ICMS tem incontáveis alíquotas, decorrentes de suas 27 legislações estaduais. O sistema se complica com inúmeros regimes de tributação, isenções, incentivos, guerra fiscal e por aí afora. Não há como saber, sem o auxílio de elaboradas planilhas, quanto esse manicômio representa do valor pago pelo consumidor [2].</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">O próprio Projeto de Lei reconhece a dificuldade para estipular o valor exato da carga tributária, estipulando que será informado o valor aproximado dos impostos, e mais, restringe os impostos que integrarão o cálculo:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">Art. 1º Emitidos por ocasião da venda ao consumidor de mercadorias e serviços, em todo território nacional, deverá constar, dos documentos fiscais ou equivalentes, a informação do valor aproximado correspondente à totalidade dos tributos federais, estaduais e municipais, cuja incidência influi na formação dos respectivos preços de venda.</p><p
style="text-align: justify;">§ 1º A apuração do valor dos tributos incidentes deverá ser feita em relação a cada mercadoria ou serviço, separadamente, inclusive nas hipóteses de regimes jurídicos tributários diferenciados dos respectivos fabricantes, varejistas e prestadores de serviços, quando couber.</p><p
style="text-align: justify;">(&#8230;)</p><p
style="text-align: justify;">§ 5º Os tributos que deverão ser computados são os seguintes:</p><p
style="text-align: justify;">I &#8211; Imposto sobre Operações relativas a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);</p><p
style="text-align: justify;">II &#8211; Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).</p><p
style="text-align: justify;">III &#8211; Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);</p><p
style="text-align: justify;">IV &#8211; Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF);</p><p
style="text-align: justify;">V &#8211; Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR);</p><p
style="text-align: justify;">VI &#8211; Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);</p><p
style="text-align: justify;">VII &#8211; Contribuição Social para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) – (PIS/ Pasep);</p><p
style="text-align: justify;">VIII &#8211; Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);</p><p
style="text-align: justify;">IX &#8211; Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide).</p><p
style="text-align: justify;">§ 6º Serão informados ainda os valores referentes ao imposto de importação, PIS/Pasep/Importação e Cofins/Importação, na hipótese de produtos cujos insumos ou componentes sejam oriundos de operações de comércio exterior e representem percentual superior a 20% (vinte por cento) do preço de venda.</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Essas limitações contribuem para simplificar o cálculo da carga tributária, mas não o suficiente, como novamente explica Maílson da Nóbrega:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">Uma alternativa seria utilizar uma estimativa dos impostos pagos, como alguns sugerem. O inferno continuaria, pois a estimativa também exigiria cálculos complexos. Seria necessário saber como a mercadoria foi tributada no estado de origem, as diferentes alíquotas interestaduais de ICMS, se a Cide incidiu menos na gasolina do que no álcool utilizado para transportar as mercadorias, se havia uma empresa tributada pelo Simples na cadeia produtiva e assim por diante [2].</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">O Projeto de Lei permite que as empresas utilizem os valores calculados semestralmente por <em>instituição de âmbito nacional reconhecidamente idônea, voltada primordialmente à apuração e análise de dados econômicos </em>(art. 2º). As micro e pequenas empresas somente conseguirão estimar os impostos com a ajuda dessas instituições, dependendo do custo para obter essas informações.</p><p
style="text-align: justify;">Por outro lado, quanto maior a generalização da carga tributária de cada produto, maior a distorção. O valor pago em impostos quando você compra um pé de alface de uma barraca que vende direto do produtor é muito diferente da carga tributária da alface adquirida em um grande hipermercado, que por sua vez comprou de um atacadista que comprou de uma fazenda em outro Estado, por exemplo.</p><h2 style="text-align: justify;">Efeito &#8211; resultado</h2><p>Superada a etapa do cálculo, é importante analisar o resultado dessa medida:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">Everardo [<em>Maciel</em>] assinala que o ICMS já é explicitado nas contas de telefone e energia elétrica, mas pelo que se sabe, ninguém tomou nenhuma atitude em relação ao ônus. Isso sem falar nos riscos de questionamento judicial da estimativa [2].</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Não tenho dúvidas que o primeiro impacto ao constatar a carga tributária em cada produto será imenso e provocará um grande debate. Após alguns meses nos acostumaremos com os valores informados, a cada dia a reação será menor até chegar à insensibilidade.</p><p
style="text-align: justify;">Iniciativas pontuais, com cartazes e exemplos da carga tributária tem mais eficiência e menor custo do que o Projeto em discussão. Em 2011 acompanhamos diversas inciativas, como vender combustível sem impostos, algumas Associações Comerciais promoveram feirões de produtos sem impostos, etc.</p><p
style="text-align: justify;">Dois comerciais veiculados em 2010 conseguiram explicar claramente o efeito da carga Tributária (<a
href="http://youtu.be/loWpKbzl_bQ">vídeo 1</a>) (<a
href="http://youtu.be/q5ene3Dj1rE">vídeo 2</a>):</p><p
style="text-align: justify;"><iframe
width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/loWpKbzl_bQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p><p
style="text-align: justify;"><iframe
width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/embed/q5ene3Dj1rE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p><h2>Referência</h2><ol><li>Foto: <a
title="Oh! Checks, bill, notes, reports..." href="https://secure.flickr.com/photos/loopcd/3334783210/">Oh! Checks, bill, notes, reports&#8230;</a> (Bruna Alves / flickr) - CC BY-NC-SA 2.0</li><li>Maílson da Nóbrega. <em>Imposto da nota fiscal</em>. <a
href="http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx">Veja</a>. ed. 2251 11/01/2012. São Paulo: Abril. pg. 32</li></ol><div
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isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=21627</guid> <description><![CDATA[As empresas que atuam no Estado de São Paulo estão obrigadas a encaminhar por escrito os contratos firmados por telefone ou outras formas de venda à distância, em virtude da Lei Estadual nº 14.516 de  31/08/2011. O prazo para envio do contrato é de 15 dias após a contratação verbal...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/atendente.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-21628" title="Atendente" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/atendente.jpg?resize=600%2C399" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">As empresas que atuam no Estado de São Paulo estão obrigadas a encaminhar por escrito os contratos firmados por telefone ou outras formas de venda à distância, em virtude da <a
href="http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2011/lei%20n.14.516,%20de%2031.08.2011.htm">Lei Estadual nº 14.516 de  31/08/2011</a>.</p><p
style="text-align: justify;">O prazo para envio do contrato é de 15 dias após a contratação verbal e a partir do recebimento do contrato o consumidor pode rescindir unilateralmente o contrato em até 7 dias.</p><p
style="text-align: justify;">A Lei fala de <em>outras formas de venda à distância </em>cuja contratação seja verbal, ou seja, mesmo uma pequena empresa está obrigada a enviar o contrato por escrito ao contratante, independente de utilizar uma central de atendimento.</p><p
style="text-align: justify;">Outro detalhe é a aplicação às empresas que <em>atuam</em> no Estado de São Paulo.  Atuar é diferente de estar sediada ou possuir filial no Estado, a Lei tem o objetivo de proteger os consumidores residentes no Estado de São Paulo, mesmo que contratem com empresas de outros Estados.</p><h3 style="text-align: justify;">Referência</h3><ol><li
style="text-align: justify;">Foto: <a
href="http://www.photoxpress.com/stock-photos/woman/women/female/1123030/partner/Xj9qdHIQyb7etVXie4irtPQ9xtZobSzz">Kurhan / photoXpress</a></li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/contratos-firmados-por-telefone-devem-ser-enviados-por-escrito/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Ensine a utilizar e reduza o risco de devolução</title><link>http://www.vlima.com/blog/empreenda/comercio-eletronico/ensine-a-utilizar-e-reduza-o-risco-de-devolucao/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/empreenda/comercio-eletronico/ensine-a-utilizar-e-reduza-o-risco-de-devolucao/#comments</comments> <pubDate>Mon, 25 Jul 2011 08:40:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category> <category><![CDATA[pós-venda]]></category> <category><![CDATA[Zappos]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=20042</guid> <description><![CDATA[Muito já se escreveu e explicou sobre a importância do pós-venda, fidelizar clientes, etc. Não consigo entender porque muitas empresas não preocupam com isso, especialmente no Comércio Eletrônico. Porque especialmente no comércio eletrônico? Porque no e-commerce o pós venda não representa somente a oportunidade de fidelizar o cliente, é a...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/07/caixas.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-20043" title="Caixas" src="http://i2.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/07/caixas.png?resize=350%2C350" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">Muito já se escreveu e explicou sobre a importância do pós-venda, fidelizar clientes, etc. Não consigo entender porque muitas empresas não preocupam com isso, especialmente no Comércio Eletrônico. Porque especialmente no comércio eletrônico?</p><p
style="text-align: justify;">Porque no e-commerce o pós venda não representa somente a oportunidade de fidelizar o cliente, é a oportunidade de evitar prejuízos com a devolução de produtos, pois o cliente tem direito de se arrepender da compra</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.</p><p
style="text-align: justify;"> Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados [3].</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Cumprir prazos de entrega, manter o cliente atualizado sobre o processamento do pedido, entregar o produto que efetivamente foi adquirido é só o mínimo que uma loja virtual deve fazer.</p><p
style="text-align: justify;">As empresas ao comercializar produtos que são montados pelo consumidor (ou que requeiram determinado conhecimento para iniciar a utilização) precisam desenvolver um pós venda que permita ao cliente aproveitar o produto ou serviço adquirido.</p><p
style="text-align: justify;">O fabricante do equipamento tem grande responsabilidade nessa parte, mas abandonar o cliente com os manuais mal elaborados e suporte ou assistência técnica de difícil acesso não possibilita uma experiência de compra adequada. A internet possui tantas ferramentas que facilitam ajudar os clientes, não há desculpas para as lojas virtuais não cuidarem do pós venda.</p><p
style="text-align: justify;">Não precisa se tornar uma Zappos [2], mas é necessário um cuidado mínimo com o cliente após a entrega do produto, como alertei no início, não apenas para propiciar uma excelente experiência de compra como para reduzir os prejuízos com devolução.</p><h3 style="text-align: justify;">Exemplo</h3><p
style="text-align: justify;">Na loja virtual que eu trabalhava tínhamos uma linha de produtos que o valor do frete representava mais de 80% do valor produto, quando não o superava diversas vezes em virtude do local de entrega. Curiosamente, como eramos uma das poucas empresas do setor que vendia essa linha, nossa loja no estado de São Paulo possuía clientes regulares no RS, TO e até mesmo em Portugal.</p><p
style="text-align: justify;">Apesar de todo o cuidado na embalagem, ocorria de alguns produtos chegarem danificados no destino, outros eram enviados desmontados. A troca ou devolução gerava grande prejuízo, de forma que desenvolvemos parcerias com lojas locais para o reparo dos produtos, quando não existia essa possibilidade nós negociávamos diretamente com cliente, que resolvia o problema sob orientação.</p><p
style="text-align: justify;">Desenvolvemos manuais próprios de montagem dos produtos e chegamos a gravar vídeos com detalhes da montagem, como alinhamento e posições de encaixe.</p><h3 style="text-align: justify;">Referência</h3><ol><li
style="text-align: justify;">Imagem: <a
title="Boxes icon" href="http://www.iconspedia.com/icon/boxes-13400.html">Antrepo / iconspedia</a></li><li
style="text-align: justify;">Bizrevolution: <a
title="Delivering Happiness, O Livro" href="http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2010/06/delivering-hapiness.html">Delivering Happiness, O Livro</a>;</li><li
style="text-align: justify;">Código de Defesa do Consumidor: <a
title="Código de Defesa do Consumidor" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm">Lei nº 8.078 de 11/09/1990</a></li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/empreenda/comercio-eletronico/ensine-a-utilizar-e-reduza-o-risco-de-devolucao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Vivo empresas: problemas no atendimento ao cliente</title><link>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/vivo-empresas-problemas-no-atendimento-ao-cliente/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/vivo-empresas-problemas-no-atendimento-ao-cliente/#comments</comments> <pubDate>Sat, 11 Jun 2011 08:23:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Cielo]]></category> <category><![CDATA[Ombudsman]]></category> <category><![CDATA[Ouvidoria]]></category> <category><![CDATA[Vivo]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=18559</guid> <description><![CDATA[As empresas devem atender bem todos os seus clientes, nem precisamos debater essa questão. Os clientes corporativos, pelo tamanho das contas, potencial de crescimento, entre outros fatores, devem receber tratamento diferenciado, atenção especial. A Vivo segmentou seus clientes: as empresas são atendidas pela Vivo Empresas, logo podemos imaginar um atendimento...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">As empresas devem atender bem todos os seus clientes, nem precisamos debater essa questão. Os clientes corporativos, pelo tamanho das contas, potencial de crescimento, entre outros fatores, devem receber tratamento diferenciado, atenção especial.</p><p
style="text-align: justify;">A Vivo segmentou seus clientes: as empresas são atendidas pela Vivo Empresas, logo podemos imaginar um atendimento diferenciado, especializado nas necessidades corporativas, etc. Infelizmente não é o que ocorre. Ser cliente empresarial da Vivo atualmente é um castigo, vejamos:</p><ul
style="text-align: justify;"><li>Atendimento nas lojas da Vivo: a maior parte não atende empresas. Cliente empresa não pode ir diretamente em uma loja e trocar de aparelho ou mudar de plano, é necessário entrar em contato com um consultar.</li><li>Os consultores mudam muito, raramente são os mesmos após 1 ano. Até as lojas que representam a Vivo Empresas são alteradas, dificultando o relacionamento focado nas necessidades do cliente.</li><li>Precisamos comprar um celular no ano passado e demorou um mês para fechar a compra, pois a consultora atendia somente por e-mail e seguia uma fila, cada resposta demorava dias até chegar nossa vez novamente.</li><li>Para piorar, apesar da empresa cliente ser composta por dezenas de funcionários, somente o Gestor pode entrar em contato com a Vivo, não importa que tenham todos os dados ou que seja um dos sócios, só falam com a pessoa que se identificar como Gestor. Se ocorrer algo que impeça ele de entrar em contato, a empresa fica sem conseguir qualquer informação da Concessionária.</li><li>E se você estiver insatisfeito? Não tem ouvidoria, não tem supervisão, não tem nenhuma forma de acesso além do atendente, que é &#8220;responsável pelo seu atendimento&#8221;.</li></ul><p
style="text-align: justify;">Enfim, é difícil entender a vantagem de ser um cliente corporativo da Vivo.</p><p
style="text-align: justify;">O mais trágico é que para evitar perder um cliente ou ter desabafos como esse publicados, basta um departamento que se encarregue de ouvir de forma independente o cliente, boa parte dos problemas se resolvem com um pedido sincero de desculpas, e, principalmente, acompanhe o problema do cliente até o fim.</p><p
style="text-align: justify;">Certa vez tive um problema com a Visanet, atual Cielo. Tive que reclamar na ouvidoria e o problema foi resolvido em poucos dias. O mesmo ouvidor acompanhou meu caso até o fim, me ligou após a solução para confirmar se estava tudo ok, semanas depois retornou novamente para confirmar se o problema não retornou e depois de alguns dias recebi uma carta explicando o problema, a solução, pedindo desculpas e um brinde da Empresa.</p><p
style="text-align: justify;">Depois desse atendimento, não troquei mais de empresa para processar os cartões de crédito. Porque? Sei que problemas podem acontecer, mas a forma como a empresa reconhece, resolve e se desculpa faz toda a diferença. Pena que muitas empresas prefiram manter a imagem desgastada.</p><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/vivo-empresas-problemas-no-atendimento-ao-cliente/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Lei proíbe cobrança do boleto no Estado de São Paulo</title><link>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/lei-proibe-cobranca-por-boletos-no-estado-de-sao-paulo/</link> <comments>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/lei-proibe-cobranca-por-boletos-no-estado-de-sao-paulo/#comments</comments> <pubDate>Wed, 01 Jun 2011 08:32:24 +0000</pubDate> <dc:creator>Vitor</dc:creator> <category><![CDATA[Consumidor]]></category> <category><![CDATA[Boleto Bancario]]></category> <category><![CDATA[PROCON]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.vlima.com/blog/?p=18201</guid> <description><![CDATA[Em 2007 já comentei sobre as entidades de defesa do consumidor considerarem prática abusiva a cobrança pela emissão de boletos, fato ignorado pela maioria dos fornecedores, como podemos observar no boleto acima. Agora o Estado de São Paulo editou lei proibindo a cobrança de taxas pela emissão do carnê ou...<div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://i1.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/boleto.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-18208" title="Boleto" src="http://i1.wp.com/www.vlima.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/boleto.jpg?resize=600%2C277" alt="" data-recalc-dims="1" /></a></p><p
style="text-align: justify;">Em 2007 já comentei sobre as<a
title="A ilegalidade da cobrança por emissão de boleto" href="http://www.vlima.com/blog/administracao/comercio-eletronico/a-ilegalidade-da-cobranca-por-emissao-de-boleto/"> entidades de defesa do consumidor considerarem prática abusiva a cobrança pela emissão de boletos</a>, fato ignorado pela maioria dos fornecedores, como podemos observar no boleto acima.</p><p
style="text-align: justify;">Agora o Estado de São Paulo editou lei proibindo a cobrança de taxas pela emissão do carnê ou do boleto bancário:</p><blockquote><p
style="text-align: justify;">Artigo 1º &#8211; Fica proibida a cobrança de taxa por emissão de carnê ou boleto bancário no Estado de São Paulo².</p></blockquote><p
style="text-align: justify;">Faltou a Lei estabelecer uma punição específica pela cobrança, mesmo assim, a empresa que cobrar pelos boletos está sujeita a devolver o valor cobrado a mais em dobro (<a
title="Código de Defesa do Consumidor" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm">art. 42 do CDC</a>). O Procon também pode aplicar sanções a quem descumprir a Lei, aplicando multa e /ou outras sanções previstas no <a
title="Código de Defesa do Consumidor" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm">art. 56 do CDC</a>.</p><h3>Referência</h3><ol><li>Fotos:<ol><li>Boleto com acréscimo do carnê. Foto: vlima.com</li></ol></li><li><a
title="LEI Nº 14.463, DE 25 DE MAIO DE 2011" href="http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2011/lei%20n.14.463,%20de%2025.05.2011.htm">Lei nº 14.463 de 26/05/2011</a> do Estado de São Paulo</li></ol><div
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src='http://yarpp.org/pixels/b77a5caf9576ab8bfdd9d2dfabdddb03'/></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.vlima.com/blog/direito/consumidor-direito/lei-proibe-cobranca-por-boletos-no-estado-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>